O Castelinho construído em 1912, foi outrora o palácio de uma rica e tradicional família da cidade, e cenário de um crime chocante até hoje não esclarecido.
Nele habitavam os milionários, Maria Cândida Reis e seus filhos, Armando e Álvaro.
No dia 13 de maio de 1937, os corpos de mãe e filhos são encontrados no interior do imóvel.
Haviam sido mortos a tiros;O caso rendeu manchetes durante vários dias nos principais jornais de São Paulo: "Quem matou a família Guimarães dos Reis?" - o mistério eletrizava a população da cidade.
Segundo a versão da polícia, o boêmio Álvaro tinha a idéia de transformar o Cine Broadway, de propriedade da família, em ringue de patinação.
Seu irmão, o advogado Armando, era contra. Teria havido uma discussão. Um dos irmãos saca uma arma e dispara contra o outro.
A mãe, ao ver a briga, corre para se interpor entre os dois, mas também é atingida.
O atirador, desesperado, resolve dar fim à própria vida. A polícia nunca descobriu qual dos irmãos seria o assassino.
o castelinho é imóvel federal até hoje; Já em 1990 o jornal Shopping News noticia a intenção de restauração do Castelinho e transformá-lo no Muse do Crime de São Paulo.
Pesquisando na internet encontrei alguns vídeos de um Hotel em Cambuquira MG, e também que mostram detalhes do que acontece no "Castelinho", os vídeos são do programa T.A.P.S. "Caçadores de Fantasma", o inglês brasileiro e o português americano são hilários, mas os vídeos rendem interesse.
A incorporação dos vídeos foram desativadas por isso peço-lhes que cliquem em "assista no youtube".
Na segunda quinzena de novembro de 2010, um vídeo que mostrava um garoto sendo assombrado por um fantasma começou a pipocar na web.
Assistido por mais de 370 mil pessoas (só no Youtube), o filme é uma reprodução de uma matéria feita pelo programa CVN News, sobre um garoto de 11 anos que – segundo o povo local – estaria sendo atacado por um fantasma, ou um “Duppy” de um amigo (que havia morrido há 4 anos!). Em um trecho da reportagem, o garoto tem a cadeira onde está sentado arrastada em direção a uma porta, e sua mãe consegue segura-lo a tempo (não sabemos a tempo de que!). Tudo acontece na frente das câmeras, aparentemente sem cortes. Acompanhe abaixo:
Em certo dia de 1959, a inglesa Mabel Chinnery foi visitar o túmulo da mãe recém-falecida. Depois de fotografar a sepultura, ela decidiu registrar uma imagem do marido, que a aguardava no carro. Tal não foi sua surpresa ao revelar a foto e descobrir no banco de trás do veículo, uma imagem que acreditou ser de sua mãe. Na época, especialistas afirmaram que não se tratava de dupla exposição, nem de reflexo.
Lançado ao mar em 26 de agosto de 1854, o "USS Constellation" foi o segundo navio da armada americana a ostentar esse nome. Enquanto era construído, a famosa fragata homônima, construída em 1797, que derrotou a fragata francesa "L'insurgente", desaparecia.
O "Constellation", transformado em museu em 1955, e fundeado em Inner Harbor em Baltimore, é único. O vaso de guerra sobreviveu a Guerra de Secessão, a Primeira Guerra Mundial, e a Segunda Guerra Mundial.Quando em atividade o navio patrulhou as águas costeiras da África Ocidental em busca de navios negreiros. Capturou três deles, incluindo o barco Cora, e repatriou mais de mil africanos que estavam sendo enviados clandestinamente para os Estados Unidos e países sul americanos destinados a escravidão.Em 1871 foi remodelado para servir de navio-escola para os futuros oficiais da academia Naval de Annapolis, e em 1880 transportou alimentos para as vítimas da grande fome da Irlanda.
As histórias de fantasmas no heróico navio se iniciaram no mesmo ano em que foi transformado em museu, 1955.
Nesse ano a noticia de um estranho acontecimento foi publicada pelo jornal Sun de Baltimore: um comandante naval e seus homens viram alguém que trajava um uniforme naval antigo passeando pelo navio, apesar das docas serem bem guardadas por sentinelas que proibiam a entrada de quem quer que fosse.
Um repórter tirou fotos do local, e uma figura não identificada de pé sobre o convés apareceu em uma das fotos publicadas pelo jornal.
Certa vez alguem viu um estranho no navio, e pensando tratar-se de um ladrão, chamou um policial que veio acompanhado de um cão adestrado para encontrar estranhos. Os dois foram a bordo, mas apesar das ordens o cão estacou e começou a ganir. O guarda resolveu fazer a busca sem o cão, e nada de estranho foi encontrado.
Em 1968 um padre interessado na história do navio procurou o curador do museu antes do horário de visitas e pediu licença para conhecê-lo pessoalmente. O curador permitiu, mas desculpando-se, explicou que não havia ninguém para acompanhá-lo. O padre não se incomodou e subiu ao convés.
Uma hora mais tarde, o padre voltou para despedir-se e o curador pediu novamente desculpas por não conseguir um acompanhante.
O padre, no entanto, assegurou-lhe que o velho marinheiro era um ótimo guia, e fizera as honras da casa, mostrando o barco de ponta a ponta.
O curador intrigado, subiu a bordo com o padre para conhecer o misterioso guia, mas encontraram o navio completamente deserto. O caso ficou sem explicação.
Em outra ocasião, um grupo de escoteiros que foi levado a bordo, viu a roda do leme começar a girar descontroladamente, como se movida por mãos invisiveis. Durante uma festa dada pelos escoteiros da marinha, uma jovem viu um velho marujo, que sorrindo levemente, desapareceu.
Restos de outra vítima de uma suposta combustão espontânea.
A morte de Jeannie Saffin é apontada por muitos como prova incontestável do fenômeno da combustão espontânea. É na verdade um dos únicos casos em que a vítima pegou fogo sem razões aparentes em frente a testemunhas.
Às 4 da tarde de uma quarta feira de setembro em 1982, Jeannie Saffin, que tinha 61 anos, mas a idade mental de uma criança de 6, estava sentada na cozinha de sua casa quando repentinamente foi tomada por chamas.
Seu pai de 82 anos, que estava sentado na mesa próxima, disse que viu um clarão pelo canto dos olhos e quando se virou viu a filha coberta por chamas, principalmente na boca e mãos.
Segundo o senhor Saffin, Jeannie não emitiu nenhum ruído. Ficou parada enquanto era consumida pelas chamas.
Enquanto o senhor Saffin tentava apagar as chamas com água seu enteado Donald entrou na cozinha e viu Jeannie sentada soltando fogo pela boca como se fosse um dragão.
Os dois finalmente conseguiram conter as chamas e chamar a emergência.
De acordo com os paramédicos a cozinha estranhamente não apresentava marcas de chamas ou fumaça. Suas roupas também sofreram poucas queimaduras.
Jeannie entrou em coma no hospital e morreu 8 dias depois.
Os policiais que investigaram a morte da mulher não puderam encontrar uma causa para sua combustão.
A única teoria capaz de explicar o caso até hoje é a de que Jeannie queimou de dentro pra fora sem causa ou razão.
As chamadas "Caras de Bélmez" foram vistas pela primeira vez em 1971
Um grupo de investigadores estudará a aparição de novas manchas com a forma de rostos humanos na casa de um povoado do sul da Espanha, que ficou famoso há 30 anos pela suposta "magia" de duas de suas casas.
As chamadas "Caras de Bélmez" são rostos que, pela primeira vez, apareceram no solo da cozinha de uma casa do povoado de Bélmez de la Moraleda, na província de Jaén, em 1971.
O que, segundo alguns, eram simples manchas no cimento atraíram a atenção da imprensa e dos investigadores da época até transformá-las no fenômeno paranormal mais conhecido da Espanha.
A morte em 2004 de María Gómez, sua proprietária, aos 85 anos, parecia ter interrompido o fenômeno, mas, pelo contrário, os rostos continuaram aparecendo oito meses depois, e surgiram, além disso, em outra casa, propriedade de duas sobrinhas da falecida.
Nessa casa, na qual María nasceu e viveu durante 22 anos, é onde está o quarto que, após seis meses selado, foi visitado na quinta-feira pela equipe de investigadores, meios de comunicação e parentes da ex-proprietária.
O presidente do Grupo de Pesquisas Parapsicológicas de Bélmez, Diego Fuentes, qualificou as manchas no local de "pequenas teleplastias surpreendentes" e anunciou que as averiguará para tentar determinar sua origem.
As manchas em forma de faces continuam sendo um tema de conversa habitual em Bélmez, um povoado com menos de dois mil habitantes, tanto pelo aspecto parapsicológico quanto pela criação este ano de um centro de interpretação com um orçamento de 900 mil euros fornecidos, em sua maioria, por fundos europeus.
A casa número 112 da Avenida Ocean era uma moradia como outra qualquer, até que no dia 13 de Novembro de 1974 um dos crimes mais hediondos da história ocorreu nesse local, transformando-o em um sinônimo de mistérios e assombrações.
Em 1965 a família Defoe comprou uma bela e grande casa na Avenida Ocean, onde tinham a esperança de viverem bem e confortavelmente por muito tempo, infelizmente a alegria dessa família não durou, pois mal sabiam que um assassino morava junto com eles.
Ronald "Butch" Júnior era o mais velho de cinco irmãos e também o mais problemático, pois tinha envolvimento com drogas e às vezes cometia pequenos furtos para sustentar seu vicio. Por esse mau comportamento, as brigas entre ele e seu pai (Sr. Ronald DeFeo) eram comuns.
Contudo, no dia 13 de Novembro de 74, Ronald, por um motivo desconhecido, resolveu matar todos os membros de sua família. Ele pegou uma carabina e atirou duas vezes contra seus pais. Logo em seguida foi ao quarto de cada um dos seus irmãos e disparou contra eles também. Para finalizar assassinou as outras duas irmãs. Tudo isso foi feito enquanto todos dormiam e por algum motivo estranho ninguém acordou com os disparos. Outro fato interessante é que todos forram colocados de bruços antes de serem atingidos.
Sabendo que acabaria na cadeia, Ronald pediu ajuda a seus amigos para que mentissem em seu favor de modo a criar um álibi. Mas a arma do crime e outras coisas que o culpavam pelo ato foram encontradas e ele acabou indo a julgamento, onde confessou os crimes:"Começou tudo muito rápido. Assim que "comecei, não consegui parar. Foi tudo muito rápido.
Ronald ainda declarou: “Eu não matei a minha família, eles iam me matar. O que eu fiz foi em autodefesa e não há nada de errado com isso. Quando tenho uma arma na mão, não há duvida nenhuma sobre quem eu sou. Eu sou Deus." Mesmo com o crime resolvido muitas coisas estranhas ainda rondam esses assassinatos e acontecimentos assustadores que ocorreram na casa.
Para garantir um ambiente assustador, logo no filme de estreia, o ator Jack MacGowran que foi o primeiro a morrer na história, acabou sofrendo do mesmo mal fora das telonas. E a suposta causa dessa tragédia foi pneumonia. E assim, todo o elenco começou a sofrer, inclusive o homem que refrigerava o quarto, onde aconteciam às cenas terríveis de possessão, acabou morrendo de causainexplicável. A atriz que fazia o papel de mãe da garotinha possuída, teve uma séria lesão na coluna, resultante da cena em que ela era arremessada pela filha. E como as tragédias iam ficando conhecidas, se tornava difícil reunir todas àquelas pessoas cotadas para as gravações dos filmes seguintes. Até o diretor John Boorman, tentou fugir da proposta, mas anos depois aceitou dirigir o Exorcista II. E mesmo que naquela época ele nem acreditava na maldição, ao contrair uma infecção respiratória, e passar um mês de casa, ele ficou bem crente do terror que seria trabalhar com esse filme. Assim Boorman tentou desistir do trabalho, mas acabou sendo processado e então foi obrigado a concluir as gravações.
O fato é que as sequências desse filme, não tiveram tanto sucesso como o primeiro. Nem mesmo as imitações que surgiam pelo mundo conseguiam alcançar um lugar respeitado dentre os filmesdessa categoria.
E assim, muitas coisas assustadoras têm acontecido com vários artistas que atuam em filmes de terror, seria isso uma grande maldição?
O poltergeist é uma trilogia clássica dos filmes de terror, onde é contada a história de uma família que sofre ao passar por muitos momentos assustadores causados por espíritos. Dizem por aí que os Poltergeists, fantasmas destrutivos e barulhentos, estão ligados as crianças, especialmente as meninas. O fato é que algumas mortes aconteceram após as gravações dos filmes, e duas das vítimas faleceram com problemas no coração, incluindo a garotinha Heather O’Rourke de 12 anos, que após obstruções de algumas artérias do coração, acabou morrendo na mesa de cirurgia. Outro fato que nos leva a crer na maldição é que quase nenhum envolvido com o filme teve sucesso em sua carreira. E como se já não bastasse, outros eventos curiosos foram acontecendo: A casa que foi utilizada para gravação do primeiro filme foi praticamente destruída com um terremoto; ao fazer uma sessão de fotos Zelda Rubenstein, percebeu que em uma delas apareceu uma luz embaraçando seu rosto; e ainda, a atriz JoBeth Williams, ao voltar para casa, após uma filmagem do filme, percebeu que todos os quadros de sua casa se encontravam tortos.
O hoje desativado Sanatório de Waverly Hills inicialmente serviu de moradia para o Major Thomas H. Hays, que adquiriu o terreno localizado no Estado do Kentucky (EUA) em 1883. Necessitando de uma escola para suas filhas Hills mandou construir, em sua residência, um quarto com tal finalidade e contratou como professora Lizzie Lee Harris.Apaixonada por romances de Walter Scott, a professora batizou a “casa-escola” de Waverley School, e mais tarde o Major, simpatizando com o tranqüilo nome, deu o nome de Waverly Hill à propriedade.
Anos mais tarde uma epidemia de tuberculose passou a horrorizar o país e, por ser um local afastado da cidade, o local acabou sendo vendido para dar lugar a um hospital dedicado ao tratamento dos pacientes da terrível pestilência. Tornando-se, terrivelmente, bastante comum e considerada terminal e incurável, seu alto risco de contágio fazia com que os doentes fossem mantidos afastados do restante da população.
Na época os locais escolhidos para a construção dos sanatórios com tal finalidade eram montes rodeados de tranqüilas matas, de forma a auxiliar na recuperação dos pacientes através de uma atmosfera tranqüila e serena e o local da residência do Major Hills atendia plenamente a esses requisitos. O início da construção do Sanatório de Waverly Hills (então um edifício de apenas dois andares) se deu em 1908 e a inauguração ocorreu no dia 26 de julho de 1910, quando então era considerado um dos mais modernos e bem equipados no combate à tuberculose.
Apesar de ter sido construído para abrigar cinqüenta doentes, com o agravamento da epidemia, acabou ficando super lotado e o triplo de doentes acabavam sendo internados no local, fazendo com que ficasse super lotado. Conhece-se o sofrimento daqueles que padecem da doença, e em virtude dela estima-se que cerca de sessenta e três mil pessoas perderam a vida no sanatório, sendo que muitas vidas foram perdidas não somente devido à doença, mas também por causa do suicídio tanto de pacientes quanto de profissionais que ali atuavam. A “Peste Branca” crescia, e em virtude disso a capacidade do hospital foi aumentada para que pudessem ser tratadas cerca de quinhentas pessoas.
A ampliação se iniciou em março de 1924 e a reinauguração ocorreu no dia 17 de outubro de 1926, quando então o sanatório passou a oferecer, nos andares recém-construídos, amplas janelas para amenizar os sofrimentos causados pela doença.
Em virtude do alto risco de contágio, os profissionais que ali trabalhavam receberam residências nos fundos do terreno, de forma a se manterem o mais afastado quanto fosse possível da cidade, e ainda em 1926 um túnel foi construído para que eles chegassem até suas moradias, abrigados das intempéries. Porém, com o absurdo aumento da epidemia, a taxa de mortalidade chegou ao patamar de cerca de três pacientes ao dia, e o mesmo passou a ser utilizado para transportar os corpos para fora do sanatório. Uma forma de minimizar o contato com os que ainda sobreviviam e para que o mesmo ocorresse longe dos olhos dos familiares dos pacientes ali tratados e deles próprios.
Muito se especula acerca do que ocorria no local, mas a tuberculose muitas vezes causava insanidade mental e os pacientes vitimados por esse transtorno eram alojados no quinto andar do edifício, que possui duas alas e se localiza no centro do hospital. Diz-se, também, que inúmeras experiências não documentadas foram realizadas na vã tentativa de encontrar uma cura para a “peste branca” (até mesmo a aplicação de choques elétricos) e que, embora houvesse evidências comprovando o fato, elas nunca foram apuradas, provavelmente pelo descaso das autoridades.
Documentados, sabe-se que procedimentos como a toracoplastia (no qual algumas costelas são removidas para facilitar a expansão dos pulmões) e o pneumotórax (onde desinflam-se os pulmões) foram realizados nos internos, e como a demanda por anestésicos era elevada (até mesmo porque na época os mesmos não eram tão eficazes como hoje) é possível que muitos pacientes tenham passado por esses procedimentos sem o uso dos mesmos, estimando-se uma taxa de sobrevivência em cerca de 4% daqueles que foram submetidos à essas técnicas.
Com a descoberta da cura para a doença, em 1961, o sanatório acabou sendo desativado, para ser reaberto no ano seguinte com o nome de Woodhaven Medical Services, agora, um centro geriátrico. O mesmo funcionou até 1980, quando foi fechado pelo Estado devido à constatação de que eram praticados abusos contra os idosos, muitos deles com problemas mentais. Logo, o sanatório foi comprado com o objetivo de ser transformado em uma prisão, mas devido aos protestos dos moradores da região a idéia acabou não saindo do papel, sendo ele, então, em 2001, adquirido por Joe Mattingly, que passou a cobrar pela entrada ao local daqueles que almejam contato com fenômenos que, dizem, ocorrerem ali.
Histórias sinistras passaram então a surgir, relatadas pelos visitantes que diziam ver luzes nas janelas e ouvirem passos, murmúrios, prantos e portas batendo, misteriosamente em quartos vazios. Tais histórias atraíram a visita de diversos grupos que se dedicam ao estudo e à investigação de fenômenos paranormais, como o Louisville Hunter Ghost Institute, que visitou o local algumas vezes, e em todas elas puderam presenciar fatos inexplicáveis. E muitas lendas acerca de Waverly Hills fazem com que ele receba o título de “local mais assombrado das Américas”, fazendo do local objeto de curiosidade e medo.
Alguns depoimentos parecem tornar seu título merecido.
* Um vigia que trabalhou no local durante alguns meses disse que ao fazer rondas pelo asilo ele se sentia triste, com propensões de atirar-se por uma das grandes janelas e que somente pensamentos terríveis permeavam sua mente. Atormentado, demitiu-se e dentro de pouco tempo sua vida voltou ao normal.
* Uma enfermeira do asilo, presa em 1984 acusada de torturar pacientes, afirma que realizava tais práticas incitada por vozes que a ordenavam a fazê-lo.
* Uma das lendas afirma que em 1928 a enfermeira-chefe do quinto andar, Mary Hillenburg, foi encontrada morta na sala 502, enforcada em uma luminária, vítima de suicídio. Solteira e grávida, aos vinte e nove anos, pôs fim à própria vida, embora muitos acreditem que ela estaria esperando o filho de um médico do sanatório e que este a matou temendo que sua carreira fosse posta em risco.
* Já em 1932, uma enfermeira que também trabalhava na sala 502 se atirou de uma das janelas do quinto andar, desconhecendo-se o motivo.
* Há a lenda do garoto chamado Timmy, que aos dez anos faleceu vitimado pela doença, e que ainda hoje ele nutre seu gosto pelas brincadeiras com bolas dentro do complexo hospitalar.
* Diz-se ainda, que um vulto usando um jaleco branco, o espírito do médico cirurgião Joseph Cottons, perambula pelo quarto andar do sanatório, andar este onde se encontra a sala cirúrgica onde ele executava seus procedimentos médicos dolorosos e, até mesmo, suas experiências desumanas.
* Testemunhas relatam, inclusive, que sem explicação alguma, no corredor do refeitório, por vezes é possível sentir cheiro de panquecas e pão.
O sanatório até mesmo atraiu a atenção de uma produtora de cinema, e em 2005 foi lançado o filme “O Túnel da Morte”, filmado nas dependências do antigo complexo hospitalar, abordando em seu enredo algumas dessas lendas. Seriam as ocorrências no antigo sanatório realmente verídicas ou não passam de apenas mais uma entre tantas lendas urbanas?
Abaixo um pequeno vídeo sobre o sanatório em 1931.
Uma das fotos mais impressionantes história, assim classificou a Revista Mundo Estranho, edição 83 de 01/2009.
Em 19 de novembro de 1995, a prefeitura da cidade inglesa de Shropshire na Inglaterra foi destruída pelas chamas. O fotógrafo amador Tony O'Rahilly, vizinho do lugar, empunhou sua máquina e tirou diversas fotos deste acontecimento.
Sua surpresa foi que, ao revelar as fotos, ele constatou que em uma delas havia nitidamente uma menina, envolta pelas chamas. Em uma dessas fotos (mostrada acima) o fantasma de uma menina apareceu como que olhando os espectadores que estavam do lado de fora. Registros históricos da cidade mostram que em 1677 um incêndio na cidade queimou varias casas de madeira ao redor do mesmo lugar. O incêndio teria sido causado por uma menina chamada Jane Churm que acidentalmente tocou o teto de palha com uma vela.
Dizem que toda casa tem seus segredos. Porém, nenhuma tem tantos quanto uma certa residência em Amityville, no Estado de Nova York, localizada no antigo número 112 da Ocean Avenue. A verdadeira tragédia e os supostos fenômenos que ocorreram nessa casa serviram de inspiração para diversos livros, filmes, programas de rádio, televisão e noticiários.
Na noite do dia 13 de novembro de 1974, Ronald "Butch" DeFeo, de 24 anos, entrou freneticamente pela porta do Henry´s Bar, na pacata cidade de Amityville. Ao chegar no pequeno bar, Ronald disse que alguém havia baleado seus pais. Ele convenceu os frequentadores do estabelecimento a acompanhá-lo de volta a sua casa. Ao chegarem no número 112 da Ocean Avenue, se depararam com uma cena terrível: seis pessoas mortas a tiros, de bruços e com as mãos na cabeça. As seis vítimas foram identificadas como a família de Ronald DeFeo: sua mãe e seu pai, Ronald e Louise DeFeo; seus irmãos, John, de 9 anos e Mark de 12; suas irmãs, Allison, de 13 anos e Dawn de 18. Após ser interrogado durante horas pela polícia de Amityville, Ronald DeFeo mudou sua história inicial, afirmando que a Máfia estaria envolvida nos assassinatos, e por fim confessou ter matado sua família. Em seu julgamento, DeFeo alegou que na noite dos crimes, ele teria ouvido vozes que o obrigaram a cometê-los. A certa altura do julgamento, declarou: "sempre que olhava ao meu redor, não via ninguém, então deve ter sido Deus que falava comigo". DeFeo foi condenado a seis penas de prisão perpétua consecutivas na Penitenciária Greenhaven, em Nova York. Sua liberdade condicional foi negada, em 1999.
O Terror...o terror...
No dia 18 de dezembro de 1975, mais de um ano após os assassinatos da família DeFeo, o jovem casal George e Kathy Lutz mudou-se para a casa no número 112 da Ocean Avenue com seus filhos Daniel, de 9 anos, Christopher, de 7 e Missy, de 5. Depois de 28 dias, a família Lutz abandonou a casa, alegando que ela era assombrada.A primeira experiência anormal aconteceu quando o casal pediu ao padre e amigo da família, Frank Ralph Pecoraro para que benzesse a casa, enquanto eles realizavam a mudança. Ao andar pela casa, o padre teria ouvido uma grave voz masculina que dizia: "Saiam daqui!". Após a visita, o padre percebeu que seu carro começara a apresentar problemas. O capô levantou-se abruptamente, estilhaçando seu pára-brisa, a porta do passageiro foi aberta, os limpadores de vidro começaram a funcionar sem que ninguém os tivesse acionado e, por fim, seu carro ficou atolado. Tempos depois, acontecimentos paranormais semelhantes começaram a acontecer na casa, como portas e janelas que abriam e fechavam abruptamente, vasos sanitários escurecidos, cruxifixos que viravam de cabeça para baixo, enxames de moscas que surgiam sem motivo aparente, e o lodo esverdeado que vertia dos tetos e fechaduras das portas.
Foto retirada por investigadores anos após o incidente
Além disso, o Sr. Lutz encontrou um quarto secreto no porão, que não aparecia nas plantas da casa. Esse cômodo era pintado de vermelho e cheirava a sangue e ovos podres. Lutz afirmou ter visto um rosto na parede, o qual mais tarde reconheceria como sendo o de Ronald "Butch" DeFeo.
Enquanto moravam na casa, a Sra. Lutz declarou que sentia mãos invisíveis a agarrando e que, numa certa manhã, teria acordado coberta de vergões, como se tivesse sido queimada com ferro quente.
O casal declarou ter notado mudanças drásticas na personalidade um do outro e na de seus filhos enquanto viviam na casa. Além disso, a família Lutz afirmou ter visto diversas aparições pela casa, incluindo a de uma pessoa que usava um capuz branco e estava ferida a bala, que assombrava a sala; e a de um porco gigante de olhos vermelhos ofuscantes que aparecia do lado de fora das janelas para espiar o que acontecia dentro da casa.
A pequena Lutz costumava dizer a sua família que o porco era o seu amigo "Jodie".
Talvez o caso de Anneliese Michel seja um dos únicos casos de um exorcismo real, liberado ao público.
"Anneliese Michel nasceu em 1952, na Baviera, recanto alemão em uma família de forte tradição católica. Aos dezesseis anos, Anneliese passou a ter uma torrente de sintomas, que de início sugeriam problemas mentais. A Clínica Psiquiátrica de Würzburg chegou a um diagnóstico: Anneliese padecia de epilepsia associada à esquizofrenia. Inciou-se então um tratamento intensivo, que durou cerca de um ano. Acreditando estar recuperada, Anneliese completou o segundo grau e posteriormente, ingressou na Universidade de Würzburg, para iniciar o curso de Pedagogia. Anneliese sonhava em ser professora, porém seus estudos foram interrompidos. Vozes e visões demoníacas atormentavam a jovem de forma cada vez mais constante e opressora. As alucinações começaram enquanto a moça rezava. As vozes, lhe
diziam que ela era uma amaldiçoada.
Em 1973, Anneliese estava sofrendo de depressão e considerando o suicídio. O seu comportamento tornou-se cada vez mais bizarro, ela rasgava suas roupas, comia carvão e chegou a lamber sua própria urina. Anneliese foi submetida há 67 sessões de exorcismo que se seguiram, numa freqüência de uma ou duas por semana, e se prolongaram inicialmente por cerca de nove meses, durante os quais ela muitas vezes tinha que ser segurada por até três homens ou, em algumas ocasiões, acorrentada. Ela também lesionou seriamente os joelhos em virtude das genuflexões compulsivas que realizava durante o exorcismo, aproximadamente quatrocentas em cada sessão. Nas sessões, que foram documentadas em quarenta fitas de áudio para preservar os detalhes, Anneliese manifestou estar possuída por, pelo menos, seis demônios diferentes, que se autodenominavam Lúcifer, Caim, Judas, Nero, Hitler e Fleischmann, um padre caído em desgraça no século XVI. Todavia, o Rituale Romanum, tal qual o tratamento com psicotrópicos, também não surtiu o efeito desejado. Em 1 de julho de 1976, no dia em que Anneliese teria predito sua liberação, morreu enquanto dormia. À meia-noite, segundo o que afirmou, os demônios finalmente a deixaram e ela parou de ter convulsões. Anneliese foi dormir exausta, mas em paz, e nunca mais acordou, falecendo aos 23 anos de idade. A autópsia considerou o seu estado avançado de desnutrição e desidratação como a causa de sua morte por falência múltipla dos órgãos. Nesse dia, o seu corpo pesava pouco mais de trinta quilos. Dois filmes, "o exorcismo de emily rose" e "requiem" foram baseados vagamente em sua história." Abaixo está uma gravação do som de uma das sessões.
"Há quase trinta anos um incêndio parou São Paulo. Era sexta-feira, 1º de fevereiro de 1974, e aproximadamente 756 pessoas distribuíam-se pelos 25 andares do Edifício Joelma (hoje nomeado Edifício Praça da Bandeira), localizado no nº 225 da Avenida Nove de Julho, Praça da Bandeira, região Central de São Paulo - Brasil. Por volta das 08:50 horas um funcionário ouviu um ruído de vidro rompendo, proveniente de um dos escritórios do 12º andar. Foi até lá para verificar e constatou que um aparelho de ar condicionado estava queimando. Foi correndo até o quadro de luz daquele piso para desligar a energia; mas ao voltar encontrou fogo seguindo pela fiação exposta ao longo da parede. As cortinas se incendiaram e o incêndio começou a se propagar pelas placas combustíveis do forro. Correu para apanhar o extintor portátil, mas ao chegar não conseguiu mais adentrar à sala, devido à intensa fumaça. Subiu as escadas até o 13º andar, alertou os ocupantes e ao tentar voltar ao 12º pavimento, encontrou densa fumaça e muito calor. A partir daí o incêndio, sem controle algum, tomou todo o prédio. Foram feitas várias corridas de elevadores até que a atmosfera permitisse, salvando muitas pessoas; porém uma ascensorista na tentativa de salvar mais vidas, após as condições ficarem muito ruins, morreu no 20º andar. Segundo perícias, a causa do incêndio foi um curto-circuito em um equipamento de ar-condicionado em um dos andares, provocando um super aquecimento na fiação elétrica, gerando o primeiro foco de fogo, o qual se espalhou por todo o edifício.
O saldo da tragédia foi de 179 mortos e 300 feridos.
Uma das tragédias desse incêndio que mais impressionou, foi o fato de treze pessoas tentaram escapar por um elevador, não conseguindo, e morrendo carbonizados em seu interior, sendo que devido ao estado dos cadáveres, os corpos não foram identificados, pois naquela época ainda não existia a análise de DNA, sendo então enterrados lado a lado no Cemitério São Pedro, localizado na Av. Francisco Falconi, 837, Vila Alpina em São Paulo.
Os corpos deram origem ao mistério das Treze Almas, e a elas são atribuídos milagres, ficando conhecidas como as 13 Almas não identificadas. Muitos acreditam que os espíritos das pessoas mortas no incêndio vagueiam pelo prédio até os dias de hoje. O local atrai centenas de curiosos, principalmente às segundas-feiras, dia das almas. Ao lado da sepultura, existe hoje uma capela. "Contam alguns visitantes que em certos momentos ouvem sons de pessoas chorando, e quando vão verificar de onde vem, descobrem que o som está sainda da tumba dos 13 corpos vítimas do incêndio, sendo que o som dos choros só para quando colocam água sobre a sepultura". Esse é mais um dos mistérios que rondam o incidente do Edifício Joelma.
Passados muitos anos da tragédia, o antigo Edifício Joelma foi reformado, sendo batizado com o nome de Edifício Praça da Bandeira, disponibilizando para aluguel várias salas para escritórios e empresas. No entanto pessoas que frequentam o local relatam fatos estranhos e sombrios no interior do edifício, como os descritos a seguir: "Em um escritório da Advocacia, alugado pouco tempo após a re-inauguração, uma assistente ficou até mais tarde para organizar os documentos deixados no final do expediente. Como já era tarde da noite, e devido a existência de muitas salas ainda vazias e sem utilização, o prédio mantinha um silêncio sombrio e assustador. Isso em conjunto com as lembranças do incêndio que ocorreu no passado, produzia um ambiente ainda mais assustador. Em certo momento a assistente ouviu um barulho na ante-sala do escritório, como se a porta tivesse sido aberta. Quando ela foi olhar, a porta estava normal, fechada como havia estado antes. Então ela imaginou que fosse uma outra porta em outra sala do mesmo andar que havia gerado aquele ruído. Instantes depois ela ouviu o baruho novamente, e quando se voltou, viu um vulto de uma mulher passando pela ante-sala. Ela se assustou chegando a dar uma grito. Foi observar novamente e não havia ninguém no local, apenas ela. Rapidametne ela pegou suas coisas, e saiu do escritório. Quando foi trancar a porta, novamente ela viu o vulto de uma mulher no fundo do corredor, desaparecendo em seguida. A assistente rapidamente deixou o edifício e tempos depois se demitiu, pois havia a necessidade de ficar em alguns dias até mais tarde e ela não concordou com a solicitação, temendo ver aquele vulto novamente ou algo ainda pior ". Este outro fato foi relatado por um motorista que fazia entregas no Edifício: "Havia chegado com minha perua Kombi no sub-solo do Edifício "Praça da Bandeira", para entrega de algumas encomendas, isso aproximaamente às 20:00' horas. Estacionei como de costume, sendo que meu ajudante retirou as encomendas da perua para entregá-las no local solicitado. Permaneci então ali dentro da perua sozinho, aguardando o retorno do ajudante para irmos embora. Algum tempo depois, como que por espanto, vi surgir no fundo do estacionamento uma mulher vestida toda de branco, sendo que ela veio se deslocando em direção à minha perua. Nesse momento notei que ela não estava caminhando, e sim flutuando a alguns centímetros do chão, indo em direção à outra parede do estacionamento, desaparecendo em seguida. Saí então da perua e subi até o andar onde estava meu ajudante, e contei para ele o acontecido, saindo em seguida rapidamente do edifício. Hoje evito de todas as maneiras fazer entregas à noite naquele local". Segundo depoimentos de testemunhas, muitos outros fatos sobrenaturais ocorreram e ainda ocorrem no Edifício "Praça das Bandeiras" (antigo Joelma), assustando até as pessoas mais desavisadas.
A professora Volquimar Carvalho dos Santos, 21 anos, trabalhava no setor de processamento de dados de um banco que funcionava no 23º andar do Edifico Joelma. Ela era funcionária da empresa havia um ano e meio. O irmão dela, Álvaro, trabalhava no 10º andar do mesmo prédio. A família de Volquimar é espírita. Ao ser dado o aviso de incêndio, Volquimar e outras quatro companheiras tentaram fugir pela escada, mas quase foram atropeladas pelos funcionários desesperados que tentavam se salvar. Elas correram para a cobertura do prédio, mas acabaram morrendo por asfixia. Álvaro, irmão de Volquimar, sobreviveu ao incêndio. Álvaro localizou o corpo da irmã no IML horas depois do incêndio ter terminado. Meses depois, Volquimar enviou uma mensagem psicografada para a mãe através do médium Chico Xavier. Na mensagem ela contava como tinha sido os seus últimos minutos de vida. Em 1979, a história de Volquimar se transformou no filme “Joelma, 23º andar”. O roteiro é baseado nas cartas psicografadas por Chico Xavier que estão no livro “Somos Seis”. Fatos estranhos ocorreram durante as filmagens, como ruidos estranhos no local onde não havia ninguém, refletores que eram "derrubados" embora estivessem bem fixados, sendo um dos fatos mais incríveis, foi a imagem de uma "pessoa" que não estava nas filmagens ao lado dos personagens em uma das cenas, indicando nitidamente ser um dos possíveis "Fantasmas do Edifício Joelma"."
Durante as gravações, os atores não se sentiam bem e em várias cenas, os cinegrafistas registravam constantes aparições de pessoas carbonizadas e os próprios atores e toda a equipe de produção viam essas pessoas.
Há uma entrevista de um porteiro noturno que não suportou trabalhar no edifício por 1 mês, pois durante a noite, ele ouvia barulho de carros na garagem acendo os faróis, as lanternas, buzinando e se mexendo sozinho, sendo assim, ele acabou pedindo demissão em 1 mês de serviço.
Atualmente, pouquíssimas pessoas moram no 12º andar, e os que moram, dizem que vêem várias e várias entidades espirituais rondando o local, chorando e sofrendo.